domingo, 16 de junho de 2013

O capital intelectual é fundamental quando existe a junção do pensar e do fazer

Inteligência é tudo, desde que usada para agrupar recursos materiais com potenciais humanos que saibam fazer as coisas com objetividade de transformação, construindo uma ponte entre o aparentemente impossível e o possível e executável.
A dinâmica do mundo provém da forma rápida pela qual a informação se propaga, atingindo a todos em tempo real, e a grande dificuldade está na obtenção da qualidade pelo uso e adequação daquilo que recebemos e tentamos processar.
A expressão maior da evolução empresarial depende da qualidade intelectual, sua capacidade e poder de aprendizado por um gradativo aumento da percepção pelas tendências que farão o amanhã. Não se deve esquecer também que tudo que sabemos, para que tenha efeito, passa pela capacidade de negociarmos à própria aceitação e assim deter o poder participativo nos times por onde passamos e passaremos.
Uma mente brilhante não faz uma empresa brilhante, uma empresa brilhante é formada de um conjunto claro de intenções e missões, onde a sabedoria predominante sabe reunir seus valores em prol dos problemas, compartilhando suas capacidades para ser parte de um coletivo competente. A inteligência do talento resulta do próprio entendimento comum do meio e suas soluções, para que haja domínio do mercado simultaneamente com conquistas individuais e resultados coletivos.
Não é tão difícil recrutar profissionais com potencial, o complexo é conseguir formar conjuntos homogêneos, que possibilitem a continuidade pela troca do conhecimento.
A chave do êxito dos negócios nas empresas está na interpretação dos fatos e sua velocidade de resposta, mas os resultados ficam pela dependência de um clima interno favorável, motivado e orientado para as relações e aproximações externas.
Por Sergio Dal Sasso,http://www.sergiodalsasso.com.br/.

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